Psicodella, por trás da história da banda

psicodella

Formada por Anie Doná (vocais), Walter Poletti (guitarra), Hailon Vaçan (baixo) e Daniel Borsato (bateria), eles formam a Psicodella. É uma banda do interior paulista, seu gênero é o rock e ganhou como melhor álbum de 2016 da região de São José do Rio Preto/SP.

Fiz uma entrevista com a banda via e-mail e o Walter Poletti nos respondeu, confira abaixo:

MR – Como e onde nasceu a banda Psicodella?

Walter Poletti – A PSICODELLA tem origem em São José do Rio Preto/SP, em 2011: ao retornar de uma extraordinária experiência musical nos EUA, Anie Doná e Walter Poletti se juntaram ao baterista Daniel Borsato, com quem trabalharam na extinta Don Crookane, e retomaram as atividades com o nome TORN, banda que Anie liderou entre 2002 e 2006.

MR – Qual estilo e bandas que influenciaram para a formação da banda?

Walter Poletti – Cada integrante tem influências específicas e variadas; é justamente essa somatória que molda nosso estilo de tocar e compor. Porém, podemos citar AC/DC, Black Sabbath, Led Zeppelin, Iron Maiden, System of a Down e Rage Against The Machine como as bandas que mais acrescentam ao nosso som.

MR – O que inspiram vocês a compor?

Walter Poletti –  O cotidiano! Nosso dia-a-dia dentro e fora dos palcos, a “correria”, as dificuldades, as conquistas e frustrações, as “baladas”, os shows, política, relacionamentos, comportamentos, enfim, tudo o que observamos e vivenciamos.

MR – Li a história da banda no facebook e vocês já abriram para várias bandas nacionais, exemplo para o Dr. Sin, e a Anie cantou uma música com eles e com o Raimundos  , como foi e como surgiu a oportunidade ?

Walter Poletti –  Quando abrimos para a Dr. Sin, eles tocaram dois dias seguidos e nós fomos a banda de abertura do primeiro show; fizemos contato com os integrantes e a Anie recebeu o convite para a noite seguinte. Desde então mantemos uma certa amizade, que se fortaleceu ao abrirmos novamente para eles, em Bauru, e culminou no resultado final de nosso CD PSICODELLA – produzido, gravado, mixado e com participação de Andria Busic. Com o Raimundos foi um pouco diferente: participamos do concurso do Planeta Rock 2016, tocando antes de CPM 22 e Titãs; na noite seguinte, tivemos acesso aos integrantes do Raimundos, nos apresentamos a eles e eles toparam que a Anie subisse ao palco. Ambas as experiências foram incríveis! Também abrimos shows de outros grandes artistas, como Velhas Virgens, O Rappa, Os Paralamas do Sucesso, NX Zero, Made In Brazil, Urbana Legion.

MR – Como é ser uma banda independente em pleno interior, longe da capital? Quais as oportunidades que surgem no caminho?

Walter Poletti –  A “cena rock” de São José do Rio Preto e região tem se fortalecido ao longo dos anos. Hoje, são inúmeras casas de shows e bares de rock espalhados por aí. Tocamos frequentemente em Rio Preto, Mirassol, Votuporanga, Jales, Fernandópolis, Catanduva, Urupês, Barretos, Paulo de Faria, Uchoa, Novo Horizonte, e até outras áreas como Pereira Barreto, Dracena, Paranaíba/MS, entre outras. Apesar da distância da capital e dos grandes centros, nossa música pode ser acessada em nosso canal do YouTube, e está disponível para download no Spotify e pelo site OneRPM; o single “Até logo” tem sido executado nas rádios KBoing FM, Educativa FM, Rádio UNIFEV, rádio WebFM. Além disso, temos participado dos maiores eventos de rock da região, como o Planeta Rock, Barretos Motorcycles e Senhora Rock!

MR – Qual o sonho da banda hoje?

Walter Poletti – O intuito é continuar a divulgação do primeiro CD (lançando, pelo menos, mais dois webclipes) e compor/produzir novos materiais; além disso, levar nosso rock and roll a cidades, casas e públicos diversos e participar, cada vez mais, de grandes eventos, ao lado de artistas renomados.

MR – O que pensam da música, principalmente o independente hoje em dia no Brasil?

Walter Poletti – Existem inúmeros artistas/bandas de qualidade, porém o pouco espaço dado ao rock na “grande mídia” e nas plataformas/redes sociais dificulta o acesso das pessoas a esse tipo de trabalho. Apesar disso, é interessante notar como as casas de rock têm se fortalecido (assim como as bandas), criando um público fiel e disposto a conhecer e se divertir com as novidades. Essa interação é real: uma conexão entre artistas (que trabalham com dedicação e coragem) e o fã (que apoia e sustenta o mercado independente).

MR – Como está o coração para tocar no 16 Barretos Motorcycle , na mesma noite que o Sepultura e o Raimundos? O que esperam deste show?

Walter Poletti – Particularmente, será uma das grandes experiências de minha vida. Sou fã de Sepultura desde 1993, quando ouvia os álbuns Chaos A. D. e Arise; e ainda tem Raimundos, talvez a maior banda do rock nacional na atualidade (a favorita da nossa vocalista Anie Doná), Detonautas Roque Clube e Landau. Um evento que cresce anualmente! Esperamos sempre fazer parte dele daqui pra frente.

MR – Ainda rola muito frio na barriga antes de entrar no palco?

Walter Poletti –  Em alguns casos, sim, especialmente em eventos onde não há “passagem de som” adequada ou há uma certa pressão devido ao tempo de montagem/desmontagem dos equipamentos, etc. Mas, em geral, temos nos saído muito bem!

MR – Metallica ou Megadeth?

Walter Poletti – Hahahaha!!! Vou responder por mim, tá? METALLICA!

Facebook: Psicodella

Twitter: @psicodellarock

Instagram: @psicodella

Youtube: Psicodella

Site : www.psicodella.com.br

E-mail : contato@psicodella.com.br

 

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